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PET-CT

*Informações retiradas do site da OncoPETscan, mais informações clique aqui.

Praticamente todas as células do nosso corpo utilizam glicose (açúcar) como substrato energético para sobreviverem. Vários tumores malignos (cânceres) também utililizam glicose para crescer e se multiplicar, porém numa quantidade muito mais elevada do que as células normais.

A medicação usada no exame de PET é chamada de FDG (fluordesoxiglicose). Essa medicação nada mais é do que glicose (açúcar) levemente alterada quimicamente com uma partícula radioativa (o flúor). Embora ela não seja uma molécula idêntica à glicose que consumimos diariamente, as células do nosso corpo não são capazes de distingui-las. Portanto, quando o FDG é injetado na veia do paciente, ele se distribui no corpo de acordo com as necessidades metabólicas de cada órgão. O PET (do inglês Tomografia por Emissão de Pósitrons) é um equipamento de alta tecnologia que nos permite dosar o quanto um determinado tecido utiliza a glicose radioativa. Quanto maior for a utilização de glicose, maior é a chance de se tratar de um câncer.

As câmeras de PET hoje são acopladas a uma outra câmera, a da tomografia computadorizada (CT). Esse exame é realizado imediatamente antes do PET e leva menos de 1 minuto. A grande vantagem de unir a CT ao PET é a precisão na localização dos tecidos que apresentam utilização anormal da glicose radioativa. Mais ainda, a CT auxilia o médico a determinar se a utilização anormal de glicose radioativa se deve a inflamação, infecção ou tumor.

Indicações comuns:

  • Diferenciação de tecidos malignos de benignos (É câncer?)
  • Estadiamento do câncer (O câncer se espalhou?)
  • Reestadiamento do câncer (A resposta ao tratamento do câncer foi satisfatória?)